Segue-se o comentário de uma amiga portadora de CDI.
Olá!
Sou portadora de CDI à seis anos, e fiz a primeira substituição a cerca de duas semanas. Quando coloquei o CDI, reagi muito bem emocionalmente. Desde o ano passado que os episódios vieram com alguma “frequência” e comecei a destabilizar. O verão foi muito desagradável e cheguei a desejar não tê-lo. Não gostava, e não gosto da sensação de que vem aí um choque. Sempre que falei com alguém nas salas de espera das consultas sempre me diziam que pouco sentiam. Isso sempre me fez confusão. Mas sei que existem pessoas que sentem o mesmo que eu. Sempre tive curiosidade em saber o que sentem antes, durante o choque e depois. Devido a uma miocardite não posso ter filhos, mas suponho que se o meu problema se resumisse ao CDI não haveria problema. Quando vou às consultas resumo tudo no que está registado, só agora questiono mais o meu médico cirurgião. Que por sinal tem sido incansável a qualquer hora do dia para minhas “sensações”. Muitas vezes é o meu estado
emocional que faz com que eu pense que o choque vem aí. É terrível. Mas sei que se vier, salvou-me.
Verónica Martins, Porto
Convido os portadores de CDI a partilharem a sua experiência de vida do que é viverem com este pequeno aparelho.
Podem enviar para sindrome.brugada@gmail.com, ou grupoapoiocdi@gmail.com.
Amigos do Coração
TAmbem sou portador de um CDI, e digo a todos que não devemos pensar no choque que vem ai, devemos sim pensar que o Anjo da Guarda que se chama CDI estai para o que der e vier, e quando vier sera muito bem vindo, e o que acontecer com o choque sera uma Hecatombe de vezes mais melhor que MORRER…Relaxa!!!