Existem pacientes de baixo risco na síndrome de Brugada?

18 05 2011

Este é aquele tema que ainda não obtive a resposta concreta. Tenho indagado muitas pessoas, e falado com alguns destes pacientes, e a questão que se coloca é:

  • Quanto baixo é esse risco?
  • Então e se o coração entrar em fibrilhação, hoje, amanhã ou daqui a 15 anos?
  • Quem salva esse paciente?

A resposta poderá estar no artigo abaixo que transcrevo:

Existem pacientes de baixo risco na síndrome de Brugada?

Estratificação de risco na síndrome de Brugada

Nos últimos anos, a estratificação de risco nos pacientes com síndrome de Brugada tornou -se o centro das atenções por diversas razões. Em primeiro lugar, porque o cardiodesfibrilador implantável (CDI) provou ser um tratamento muito efetivo para a enfermidade. Segundo, porque o tratamento efetivo com CDI é custoso, tem efeitos secundários e não está inteiramente livre de riscos. Finalmente, porque a identificação precisa e o tratamento dos pacientes com um risco futuro aumentado de morte súbita pode salvar muitos anos de vida de indivíduos jovens e saudáveis.

A investigação ativa nesta área, por vários grupos de estudo, revelou que a estratificação de risco na síndrome de Brugada é problemática e levou em consideração diversos temas polêmicos. O objetivo principal da estratificação de risco é a predição de episódios futuros de fibrilação ventricular em qualquer momento da vida. Isto é especialmente difícil nos pacientes de idade mediana que nunca apresentaram sintomas e cujo diagnóstico é incidental. Alguns destes pacientes permaneceram assintomáticos durante toda sua vida, porém uma minoria de tais pacientes morrerá subitamente sem aviso prévio, talvez em 1 semana ou 20 anos após o diagnóstico. A identificação destes últimos indivíduos é muito difícil por várias razões. Primeiro, a enfermidade é rara e a informação significativa só pode derivar -se de grandes registros internacionais, onde os critérios de inclusão e as estratégias de tratamento diferem entre os diferentes centros. Em segundo lugar, as taxas de eventos nos estudos de seguimento são baixas, e deste modo é muito difícil identificar preditores estatisticame nte significativos. Por último, a enfermidade só foi descrita até 14 anos e até agora, inclusive os estudos de seguimento mais prolongados oferecem informações somente por um promédio dos primeiros 5 anos após o diagnóstico.

Continue  a ler este artigo aqui.

Fonte: http://www.cardios.com.br

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