E se os CDI’s funcionassem a energia nuclear?

4 03 2011

A ideia não é nova, mas quais seriam as vantagens?

Com um período de vida para a bateria estimado em cerca de 88 anos, pelo menos deixar nos-iamos de preocupar com a sua substituição a cada 10 anos. É de facto uma grande vantagem.

Mas e o progresso tecnológico? Isto faz-me lembrar os velhinhos Mercedes que por aí andam. Duram e duram, mas coitados, para além de consumirem muito, ficaram parados no tempo. Sem ar condicionado, vidros eléctricos, air-bag….

Bem, acho que continuo a preferir o meu CDI da última geração. A bateria, já tem o dobro da duração do meu primeiro, cerca de 11 anos, bluetooth, permite enviar a partir de casa informação acerca do seu estado. Só não dá ainda é para substituir o meu velhinho eTrex Legend (GPS da Garmin), mas estou ansioso por esse upgrade.

http://organicgrant.posterous.com/nuclear-pacemaker

Abaixo, podem ver algumas imagens relacionadas com CDI’s.

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Desmaio e perda de memória.

18 06 2009

 

Este pequeno texto, retirado de um fórum em inglês, vem mostrar o quanto grave pode ser, se uma pessoa não receber tratamento imediato após a perda de consciência ou desmaio. Na dúvida de se tratar um desmaio ou uma paragem cardiaca súbita, é sempre aconselhável telefonar para a emergência médica o mais rapidamente possível e pedir ajuda.

desfibrilhador AEAproveito também, para relançar um tema que se falou já à algum tempo, sobre a necessidade de haver desfibrilhadores portáteis em locais públicos.

Quando aconteceu o trágico episódio com Miklós Fehér, foi um tema muito comentado, mas infelizmente as nossas autoridades médicas pouco ou nada têm feito para combater este problema. Como diz Dr Pedro Adragão, deveria haver um desfibrilhador onde está um extintor.      

Este caso aconteceu em Outubro de 2008.

Um homem com 39 anos, aparentemente saudável, desmaiou e não estava a respirar. A sua esposa começou de imediato o exercício de reanimação, mas sem efeito. Quando chegarem os paramédicos, tiveram que lhe aplicar 2 vezes o desfibrilhador. À chegada ao hospital ainda lhe teve que ser aplicado novamente outro choque.

Ele estava em estado crítico com fluido nos pulmões e não sabiam o que ele tinha. O senhor esteve uma semana na UCI. Dias depois foi-lhe implantado um CDI.

Ele tem estado bem, mas infelizmente, devido ao desmaiou e à falta de oxigénio, sofreu alguma perda de memória. A parte mais difícil, diz a esposa, foi ter de reintroduzir o seu filho, que tinha 2 semanas quando se deu o episódio. Ele não se lembrava de ter casado, da gravidez e do nascimento do filho. Passados 6 meses, ainda não se lembra disso, mas já conhece o seu filho e adora. Ele continua a trabalhar a memória de retenção.